Três programas com figuras ambíguas invadiram nossa telinha (na verdade, a Globo) nas últimas semanas. Fugindo dos últimos gays certinhos das novelas e BBB's esses três surpreenderam.
- Marcelo com sua bissexualidade, marra e barriguinha está um charme. Mesmo depois de sair do reality show, continua em alta. E, cá entre nós, apesar de meio pirado, o cara é gostosão, não?
- E, Bernardinho, o que é isso? Polêmico, mas não exatamente original (a Record mostrou a mesma situação em Cidadão Brasileiro, mas sem o mesmo alarde), o estranho triângulo mostrado em Duas Caras, domina acalorados debates sobre "moral" e "ética" na TV.
- Essa semana acaba Queridos Amigos, minissérie autobiográfica de Maria Adelaide Amaral, ambientado no fim dos anos 80. O chapado Benny (de Guilherme Webber) é o personagem gay de maior destaque, mas há outras referências ao mundo G. Travestis que não são cômicos, homens respeitáveis e c
ompletamente enrustidos, michês que sustentam a famílias, trilha sonora das boas, interpretações admiráveis, diálogos ácidos e Joelson Medeiros sem camisa, fazem de Queridos um dos melhores programas (e mais escandaloso) da atualidade.
ompletamente enrustidos, michês que sustentam a famílias, trilha sonora das boas, interpretações admiráveis, diálogos ácidos e Joelson Medeiros sem camisa, fazem de Queridos um dos melhores programas (e mais escandaloso) da atualidade. É estimulante ver referências gays tão controversas na tela da Globo. Afinal, quanto mais o tema for exposto e tratado com naturalidade, menor será o preconceito. Plim-plim.

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